| Data | Tipo | Título | Autor(es) | Local/Serviço |
|---|---|---|---|---|
| 05/12/2012 | --- | Apresentação dos PIF | --- | --- |
| 05/12/2012 | CONV | Caso clínico sobre anticoagulação | Dr. Mesquita Bastos | Cardiologia CHBV |
| 05/12/2012 | NOC | "Abordagem e controlo da Asma" | Catarina Carvalho | Int. MGF |
| 05/12/2012 | Rev. | Enfarte Agudo do Miocárdio nos Cuidados de Saúde Primários | Dr.ª Elsa Godinho | MGF |
| 05/12/2012 | Rev. | "Idosos: vulneráveis a IST" | Catarina Rego; Ana Raquel Costa; Elisabete Borges; Marta Guedes | Int. MGF |
| 05/12/2012 | --- | Discussão de assuntos de internato com os internos do 4ºano | ||
| 07/11/2012 | Rev. | "Cuidar a Diabetes" | Dr.ª Graça Freitas | Endocrinologista (patrocínio da Novartis) |
| 07/11/2012 | NOC | "Prescrição de Exames Laboratoriais para Avaliação e Monitorização da Função Tiroideia" | Diogo Pereira | Int. MGF |
| 07/11/2012 | INVEST | "Burnout: Prevalência nos Profissionais do ACES Baixo Vouga II" | Yolanda Oliveira | Int. MGF |
| 07/11/2012 | Caso | (sem dados - estágio de Psiquiatria) | Isabel Teixeira | Int. MGF |
| 03/10/2012 | CONV | "Desenvolvimento psicomotor e sinais de alarme" | Dr.ª Ana Ratola | |
| 03/10/2012 | Caso | "Tuberculose Hepática - A propósito de um caso clínico" | Yolanda Oliveira | Int. MGF |
| 03/10/2012 | Prática | Aplicação para iPhone e iPad: Calculadora de dose de estatina em função do objectivo de C-LDL | Eurico Silva | Int. MGF |
| 05/09/2012 | Rev. | Higiene Íntima Feminina | Svetlana Golicov | Int. MGF |
| 05/09/2012 | INVEST | Avaliação da Capacidade Funcional dos Idosos de uma USF | Carla Bastos | Int. MGF |
| 05/09/2012 | Caso | Patologia auto-imune da tiroide - Um caso esporádico | Catarina Sebe | Int. MGF |
| 04/07/2012 | CONV | Incontinência Urinária | Vânia Grenha | |
| 04/07/2012 | Caso | Gravidez e Medicação | Isabel Teixeira | |
| 04/07/2012 | Abordar a Família em MGF | Isabel Teixeira | MGF | |
| 06/06/2012 | CONV | Restrição de Crescimento Intra-uterino | Dr. João Cavaco | Int. Gin/Obs. Hosp. S.João (Porto) |
| 06/06/2012 | NOC | Osteoporose | Ana Patrícia Pereira, Joana Bordalo | Int. MGF |
| 06/06/2012 | Qualidade | "Como Vigiamos as nossas grávidas? - Avaliação da vigilância partilhada" | Inês Leite da Silva, Isabel Teixeira; Joana Bordalo; Joana Sequeira | Int. MGF |
| 06/06/2012 | Qualidade | Neuropatia Diabética Periférica | Rogério Gaspar e Dra. Paula Rodrigues | Int. MGF |
| 02/05/2012 | Rev. | Entorses e lesões ligamentares (irá ser reagendado) | Dr. Romeu Pinho | Int. Ortopedia CHBV |
| 02/05/2012 | Rev. | Extrassistolia: Quando o Coração Palpita | Inês Silva | Int. MGF |
| 02/05/2012 | Rev. | ITU na criança - abordagem nos CSP | Joana Sequeira | Int. MGF |
| 04/04/2012 | Rev. | Abordagem da Má Progressão Ponderal nos 2 primeiros anos de vida nos CSP | Inês Figueiredo e Carla Bastos | Int. MGF |
| 04/04/2012 | Apresentação dos PIF | |||
| 07/03/2012 | CONV | Grandes síndromes em Reumatologia: da abordagem à referenciação | Dr.ª Renata Aguiar | Int. Reumatologia CHBV |
| 07/03/2012 | Caso | "O Médico de Família e um caso clínico complexo" | Maria Alexandra Palma | Int. MGF |
| 07/03/2012 | Rev. | Sistema de Retenção Automóvel (para transporte de Crianças) | Américo Pinto | Int. MGF |
| 01/02/2012 | Plano para a melhoria do registo de morbilidades | Dr.ª Marília Diogo | MGF | |
| 04/01/2012 | Acolhimento aos internos do 1º ano | |||
| 04/01/2012 | CONV | Um caso clínico e 5 perguntas | Dr. Nuno Loureiro | Interno MFR do HIP |
| 04/01/2012 | Prática | Boletim de Saúde do Idoso | Elsa Godinho e Andreia Eiras | Int. MGF |
| 04/01/2012 | Apresentação do projecto CDC e resultado dos inquéritos de satisfação | CDC.MGF |
Este Blog pretende ser um espaço de divulgação da dinamização das reuniões do Núcleo de Formação de Aveiro, através da partilha de conteúdos importantes de interesse comum, como resumos e trabalhos apresentados durante essas mesmas reuniões.
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Trabalhos apresentados - 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Enfarte Agudo do Miocárdio nos Cuidados de Saúde primários
Elsa Godinho
Introdução:
O Enfarte Agudo do Miocárdio faz parte do espetro da
Síndrome Coronária Aguda. Aproximadamente 90% dos enfartes resultam da
obstrução aguda de artérias ateroscleróticas sendo a rutura e a erosão da placa,
os principais determinantes para que ocorra trombose das coronárias.
Os cuidados de
saúde primários têm um papel determinante não só no que se refere ao controlo
dos fatores de risco para a aterosclerose, mas também no seguimento do doente
pós enfarte, nomeadamente no que respeita ao cumprimento da terapêutica e no
controlo dos fatores de risco cardiovascular.
O Enfarte Agudo
do Miocárdio associa-se a uma taxa de mortalidade de 30%, ocorrendo metade das
mortes ainda na fase pré-hospitalar. É portanto uma situação grave que pode
ocorrer em qualquer lugar! Mesmo num centro de Saúde...
Estarão os
centros de saúde corretamente equipados para prestar cuidados adequados perante
uma situação de Enfarte Agudo do Miocárdio?
IDOSOS: VULNERÁVEIS A INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS?
Autores: Catarina Rego;
Ana Raquel Costa; Elisabete Borges; Marta Guedes
INTRODUÇÃO:
O
crescente envelhecimento populacional tem levado ao investimento na melhoria da
qualidade de vida dos idosos.
Terapêutica para a disfunção sexual permite a manutenção de uma vida sexual
activa que aliada à inexperiência no manuseamento de métodos preventivos de
infecções e à crença na não-vulnerabilidade às ISTs, têm favorecido a exposição dos idosos a factores
de risco para infecções
sexualmente transmissíveis (ISTs).
OBJETIVOS:
Compreender os factores biológicos, psicológicos e
culturais envolvidos na vivência da sexualidade do idoso que poderão estar na
origem do aumento do número de idosos a(in)fectados com ISTs.
MATERIAL/MÉTODOS:
Pesquisa bibliográfica nas principais bases de dados
científicas, livros de referência e revistas especializadas, de 2002 a 2012,
nas línguas portuguesa e inglesa, usando os termos MeSH Sexually Transmitted Diseases; aged; epidemiology.
RESULADOS:
Envelhecer é um processo natural e é importante que
seja de forma saudável e activa. A sexualidade no idoso altera-se mas não “morre”,
pelo contrário, é um aspeto importante da sua saúde, que deve ser vivida de
forma satisfatória e adequada. As mudanças biopsicossociais nos idosos
predispõem a alterações na vivência da sexualidade, como aumento do tempo para
excitação, dificuldades na ereção e diminuição da lubrificação vaginal, fatores
que contribuem para a não adesão ao uso do preservativo. O número de ISTs entre
indivíduos com mais de 65 anos de idade tem vindo a aumentar nas últimas
décadas. Encontram-se entre as mais prevalentes: sífilis, clamídia e gonorreia.
DISCUSSÃO/CONCLUSÃO:
A sexualidade é um aspeto da saúde importante em
todas as idades. O médico de família está numa posição privilegiada para explicar
a importância do sexo seguro em qualquer idade, ajudando a vencer preconceitos
e falsas crenças. É indispensável adequar a linguagem das campanhas de
prevenção à realidade dos idosos, de forma a diminuir a incidência de ISTs
neste grupo populacional.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Caso Clínico (estágio de Psiquiatria)
Isabel Teixeira
A Medicina Geral e Familiar constitui um
importante primeiro acesso da população aos cuidados de saúde, existindo um
conjunto de patologias do foro psiquiátrico cuja primeira abordagem terapêutica
poderá ser feito no âmbito dos cuidados de saúde primários.
As ideias
paranóides apresentam-se com grande ubiquidade no ser humano, reflexo da sua
capacidade de se antecipar à hostilidade do meio. Este mecanismo de defesa pode
ser adaptativo em algumas circunstâncias, porém a sua persistência e
intensidade acabam por ser desadaptativas. Graças ao relacionamento de tipo
longitudinal que mantém com os doentes e suas famílias, o clínico de MGF
encontra-se numa situação privilegiada para o diagnóstico, tratamento,
referenciação e acompanhamento posterior de patologias psiquiátricas. As
perturbações delirantes, como todas as psicoses, respondem habitualmente aos
fármacos anti-psicóticos, ainda que maioritariamente de forma parcial; podem
mostrar-se resistentes ao tratamento (ou não serem tratadas) e durarem anos. O prognóstico geral é reservado, atendendo
à percentagem de casos em que o delírio não regride.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
BURNOUT: PREVALÊNCIA NOS PROFISSIONAIS DO AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE DO BAIXO VOUGA II
Tânia Silva, Yolanda
Oliveira, Maria João Marques, Pedro Damião
Introdução
A
reestruturação dos cuidados de saúde primários, nestes últimos anos, criou novas
exigências aos profissionais que integram os seus serviços, criando um stress
adaptativo, podendo este comprometer o seu bem-estar, produtividade e
desempenho. Neste contexto, torna-se pertinente avaliar a qualidade da relação
indivíduo-trabalho.
Objectivo
Determinar
a prevalência da Síndrome de Burnout nos profissionais do Agrupamento de
Centros de Saúde do Baixo Vouga II (ACeS BVII), nos três estratos profissionais
mais numerosos: administrativo, enfermagem e médico.
Material e métodos
O
estudo realizado foi do tipo observacional, transversal e analítico, com
aplicação de um questionário de auto-preenchimento, que incluía os 16 itens do
Maslach Burnout Inventory – General Survey (MBI-GS),
aos profissionais do ACeS BVII, entre Maio e Agosto de 2011.
Resultados
A
adesão foi de 84,1%, contudo dos 290 questionários apenas
244 estavam completamente preenchidos. Aplicando os critérios estabelecidos
para o uso do MBI-GS (1996) estimou-se uma prevalência intervalar (I.C. 95%) de
[0,1%;3,2%] nos profissionais do ACeS BVII.
Discussão/Conclusões
Em
comparação com outros trabalhos, a prevalência encontrada foi inferior. Tal
pode resultar da aplicação de critérios mais latos de outras versões do
questionário MBI e eventualmente de uma boa relação dos profissionais do ACeS
BVII com o seu ambiente de trabalho.
NOC em 5 minutos: Prescrição de Exames Laboratoriais para Avaliação e Monitorização da Função Tiroideia
Diogo Pereira
As disfunções da glândula tiroideia (hipo e hipertiroidismo), são
situações muitos prevalentes na população geral, contudo a avaliação da função desta glândula nem
sempre é corretamente realizada. Assim, esta norma funciona como um instrumento
de trabalho para que os Médicos possam ter uma abordagem eficiente na prescrição
de exames laboratoriais para o diagnóstico e monitorização desta patologia.
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