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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Trabalhos apresentados - 2014

Trabalhos apresentados em reunião de internato em 2014 Trabalhos apresentados em reunião de internato em 2014:
Data Tipo Título Autor(es) Local/Serviço
03/12/2014 NOC "Prescrição de Exames Laboratoriais para Avaliação da Doença Alérgica" Inês Teles Int. MGF
03/12/2014 Caso "Diabetes?" Joana Sequeira, Cláudia Raínho Int. MGF
03/12/2014 CONV Hirsutismo Dr.ª Sónia Coelho Serv. Dermatologia CHBV
05/11/2014 NOC "Exames Laboratoriais na Gravidez de Baixo Risco (apresentação de Outubro adiada para esta data)" Ana Paula Galante Int. MGF
05/11/2014 Rev. Vertigem Eliana Bonifácio Int. MGF
05/11/2014 CONV "Renovação de Carta de Condução e Prevenção Rodoviária" Dr.ª Dulce Seabra Esp. Saúde Pública, USP Aveiro
01/10/2014 CONV "Dificuldades de Aprendizagem" Dr.ª Carolina Duarte Cons. Desenvolvimento - Pediatria CHBV
01/10/2014 CONV "Insulinoterapia" Dr. Filipe Cunha Int. Endocrinologia Hosp. S. João (Porto)
03/09/2014 NOC "Rastreio Oportunístico do Cancro do Cólon e Recto" Sara Vidal Mendes Int. MGF
03/09/2014 Rev. "Provas Reumatismais" Cláudia Rainho Int. MGF
03/09/2014 CONV "Consulta de Medicina Desportiva" Dr. José Pedro Marques Int. Med. Desp. CHUC
04/06/2014 NOC Orientação DGS "Aporte de iodo em mulheres na preconceção, gravidez e amamentação" Ana Paula Galante Int. MGF
04/06/2014 Rev. "Depressão em cuidados paliativos" Diva Garrido Oliveira Int. MGF
04/06/2014 CONV "Drogas e Adolescência" Ema Conde Int. Psiquiatria CHBV
07/05/2014 CONV "Nutrição na Insuficiência Renal" Dr.ª Carla Pedrosa Serv. Diabetologia/Nutrição CHBV
07/05/2014 NOC "Prescrição e determinação do PSA" Diogo Pereira Int. MGF
07/05/2014 NOC "Diagnóstico e conduta na Diabetes Gestacional" Ana Paula Galante Int. MGF
07/05/2014 Rev. "Diabetes Mellitus tipo 2 na Criança e no Adolescente" Cláudia Rainho Int. MGF
02/04/2014 CONV "Fisiologia sexual feminina e disfunções sexuais femininas" Dr.ª Cláudia Marques Serv. Gin/Obst. Mat. Julio Dinis (CHPorto)
02/04/2014 Rev. "Dependência alcoólica" Diva Garrido Oliveira, Alexandra Cadete, Svetlana Golicov Int. MGF
05/03/2014 CONV "Exame Neurológico Sumário - o que avaliar e que alterações valorizar?" Dr. Augusto Ferreira Int. Neurologia CHEDV
05/03/2014 NOC "Terapêutica da Dor Neuropática" Ana Raquel Costa Int. MGF
05/03/2014 NOC "Utilização e selecção de Antiagregantes Plaquetários em Doenças Cardiovasculares" André F. Correia Int. MGF
05/03/2014 Rev. "Benzodiazepinas na prática clínica" Ana Paula Galante, Catarina Carvalho, Catarina Sebe, Sara Vidal Int. MGF
05/02/2014 Prática? "Vigilância da saúde dos Adolescentes" Dr.ª Marília Diogo Especialista MGF
05/02/2014 Rev. "Prurido crónico de origem não dermatológica" Joana Sequeira Int. MGF
08/01/2014 --- Recepção dos novos internos e apresentação CDC.MGF --- ---
08/01/2014 Prática Experiência Hippokrates em Londres Yolanda Oliveira Int. MGF
Legenda: CONV - Convidado; Caso - Relato de caso clínico; Rev. - revisão de tema; INVEST - Trabalho de Investigação; Int. - Interno; NOC - Normas de Orientação Clínica

"Diabetes?" - relato de caso

"A Diabetes Mellitus tipo 2 é por definição uma doença crónica. Segundo a OMS as doenças crónicas são entidades permanentes e causadas por alterações patológicas irreversíveis.

Apresenta-se o caso de uma mulher de 56 anos de idade, integrada neste ficheiro médico em 2012. Tem diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2 desde 2004 e está medicada desde então com sulfonilureia. Trata-se de uma mulher normoponderal, com valores de HbA1c sempre inferiores a 5,5%. 

Será mesmo diabética?? " 


Autoras: Joana Sequeira, Cláudia Rainho

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Pasta com material + Submissão e consulta listagem de NOCs em reunião

Relembramos a existência de plataformas de:
1) armazenamento de material das reuniões de núcleo;
2) e de submissão de apresentações e de consulta de NOCs anteriormente apresentadas.

- Pasta partilhada "Material Reuniões Núcleo" (aqui)
(sujeito a login com a conta do google)

- Formulário de submissão:
 http://doiop.com/apresentarNOC
(Preenchimento com nome e ano do interno, mês/reunião em que pretendem apresentar e tema da NOC. Em alternativa podem usar o mail do cdc para contactar connosco)

- Resultados do formulário de submissão e lista de NOCs anteriormente apresentadas em reunião:
http://doiop.com/listaNOC
(livre consulta; edição sujeita a login com a conta do google)

Procurem consultar a tabela antes de preencher o formulário para saberem quais as reuniões com apresentações marcadas e respectivos temas para não haver sobreposições.

Caso não consigam aceder à tabela ou à pasta partilhada, isto é, caso não tenham recebido o nosso convite, nomeadamente no caso de novos colegas, entrem em contacto connosco.

Bom trabalho. :)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Scientific activity in a Portuguese post-graduation group

Título: Scientific activity in a Portuguese post-graduation group   |   Autor: André F. Correia

Em Medicina Geral e Familiar (MGF) a produção científica e a formação contínua são extremamente importantes, especialmente na fase de pós-graduação. Em 2011, um grupo de internos de MGF de uma sub-região de Portugal decidiu criar um grupo de trabalho (CDC.MGF) com o objectivo de organizar as reuniões mensais dessa sub-região, promovendo a apresentação regular de trabalhos técnico-científicos, quer pelos próprios (ou orientadores) quer por médicos convidados de outras especialidades. O grupo desenvolveu ainda actividades formativas, como cursos ou workshops. Este trabalho teve como objectivo analisar toda a actividade do grupo desde a sua criação, classificando-a nas diversas tipologias de actividade científica e nas diversas áreas clinicas segundo a classificação ICPC-2.

Desde 2011 o grupo promoveu um total de 94 iniciativas e apresentações científicas, das quais 67 (71,3%) foram realizadas por MF em pós-graduação e 27 (28,7%) por convidados de outras especialidades. Distribuíram-se nas seguintes tipologias: 48 (51,1%) trabalhos de revisão, 15 (16%) guidelines nacionais da Direcção Geral de Saúde Portuguesa, 13 (13,8%) casos clínicos, 5 (5,3%) trabalhos de melhoria contínua da qualidade, 4 (4,3%) trabalhos de investigação, 2 (2,1%) trabalhos relacionados com a prática médica e registos clínicos e 7 (7,4%) actividades de formação, nomeadamente 5 cursos e 2 workshops. Quanto à classificação ICPC-2, as áreas mais abordadas foram: A (geral e inespecífico) em 17,6%; T (endócrino, metabólico e nutricional) em 14,7%; L (sistema músculo-esquelético) e R (aparelho respiratório) em 11,8% cada; e P (psicológico) em 9,8%. Destes trabalhos, 19 foram dedicados exclusivamente a crianças e adolescentes, 4 a saúde materna e gravidez e 3 a idosos.

Estes resultados mostram que este grupo apresenta uma actividade diversificada quer por tipologias quer por áreas científicas, com uma participação significativa de médicos de outras especialidades. Encontra-se um predomínio dos trabalhos de revisão, reflectindo a sua importância na actualização contínua dos profissionais. No futuro o grupo deverá incentivar actividades em outras áreas menos abordadas, promovendo uma abordagem holística, característica fundamental em MGF.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Diabetes Mellitus tipo 2 na Criança e no adolescente


Autora: Cláudia Rainho

Resumo: Desde a década de 90 verifica-se um aumento da incidência de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) em crianças e adolescentes, relacionada com o aumento da obesidade infantil. A DM2 e suas co-morbilidades são fatores de risco para doença vascular no futuro. Podem ocorrer sintomas associados à hiperglicemia como poliúria, polidipsia e fadiga mas cerca de 40% dos doentes são assintomáticos ao diagnóstico. Os adolescentes com fatores de risco devem realizar glicémia em jejum ou HbA1C. O diagnóstico é baseado em: glicémia em jejum 126 mg/dL; glicémia ocasional 200 mg/dL com sintomas; prova de tolerância glicose oral 200 mg/dL após 2 horas ou Hb A1C 6.5%; devendo ser confirmado na ausência de sintomas.
A abordagem terapêutica tem como objetivos: manter o adolescente assintomático, controlar o peso, controlar a glicémia, prevenir complicações agudas e crónicas da hiperglicémia, controlar fatores de risco associados como HTA e dislipidémia, mantendo um ritmo normal de crescimento e desenvolvimento. A abordagem terapêutica inclui alterações de estilos de vida e terapêutica farmacológica. A modificação de estilos de vida com alterações alimentares e aumento da atividade física devem centrar-se no doente e na família. A modificação de estilos de vida isolada tem-se revelado insuficiente no controlo glicémico destes doentes, pelo que se recomenda associar inicialmente terapêutica farmacológica. Na maioria dos doentes inicia-se metformina, contudo nos doentes com cetose ou acidose, hiperglicemia grave (glicémia 250 mg/dL e/ou HbA1C>9%) ou dúvida diagnóstica deve iniciar-se insulinoterapia. O controlo glicémico tem como valores alvo HbA1C < 7% e glicémia em jejum < 130mg/dL. O IMC e a HbA1C devem ser medidos a cada 3 meses e a auto-monitorização da glicémia capilar deve ser realizada quando existe um pobre controlo glicémico ou se a terapêutica for alterada.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Dependência alcoólica (2/4/2014)

Título: Dependência alcoólica
Sumário: 
1. (Drª Diva Garrido Oliveira)
·      Diagnóstico Conceito e Definição
·     Etiopatogenia.
·        Tipos de Problemas Ligados ao Álcool.
·    Repercussões Individuais dos Problemas Ligados ao Álcool
2. (Drª Alexandra Cadete)
·        Repercussões Sociais.
·        Consequências na Família.
·        Consequências no Trabalho.
·        Consequências na Sociedade.
·        Diagnóstico
3.(Drª Svetlana Golicov)
·        Tratamento.
·        Tratamento da intoxicação aguda.
·        Prevenção.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Benzodiazepinas na prática clínica

Autoras: Ana Paula Galante, Catarina Carvalho, Catarina Sebe, Sara Vidal 

Resumo: As benzodiazepinas são psicofármacos muito utilizados na prática clínica do médico de família. Esta revisão pretende facilitar o uso racional deste grupo terapêutico no quotidiano, através da: 
 - alusão às generalidades do grupo terapêutico;
- sistematização das benzodiazepinas disponíveis em Portugal (nomes farmacológicos e comerciais, indicações terapêuticas, farmacocinética, posologia); 
- menção das particularidades da sua utilização em grupos específicos de utentes; 
- referência aos efeitos adversos; - abordagem do problema da dependência e estratégias de desmame.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Vigilância da saúde dos Adolescentes

Em Junho de 2013 saiu uma Norma da DGS com o novo Programa Nacional de Saúde  Infantil e Juvenil. A apresentação visa as alterações introduzidas com especial enfoque na consulta a  adolescentes e propõe a partilha de documentos de recurso na prática clínica diária, no  que respeita a adolescentes e pais, documentos esses que estão em uso na equipa da USF da Barrinha.

Prurido crónico de origem não Dermatológica

Prurido é o principal sintoma da pele e é a queixa mais frequente em Dermatologia. Estima-se que atinja uma prevalência de 22 % ao longo da vida, sendo mais frequente na população idosa. A sua fisiopatologia é complexa e ainda não totalmente esclarecida. Na caracterização de um prurido importa esclarecer se é agudo ou crónico, se é acompanhado de lesões dermatológicas ou não e se estas lesões são primárias ou secundárias. As causas são diversas, este trabalho pretende apenas rever as principais causas de prurido de origem não dermatológica. Neste âmbito podemos considerar três grandes grupos: prurido de origem sistémica; prurido de origem neuropática e prurido psicossomático. A avaliação clínica destes doentes passa necessariamente pela realização da história clínica detalhada exame físico completo sendo por vezes necessária investigação laboratorial. Existem várias opções terapêuticas mas, dependendo da causa, nem sempre são efetivas. Como medidas gerais a adotar perante uma situação de prurido devem ser recomendados banhos rápidos de água tépida com uso de sabonete não alcalino, hidratação diária da pele com produtos à base de ureia ou mentol, utilização de roupa larga e respirável.