| Data | Tipo | Título | Autor(es) | Local/Serviço |
|---|---|---|---|---|
| 07/12/2011 | INVEST | "Doentes de risco para desenvolver diabetes" | Joana Bordalo | Int. MGF |
| 07/12/2011 | CONVID | Espirometrias - Prática com técnica Elisabete; Análise com Prof.Dr. Agostinho Marques; Normas da DGS – DPOC Prof.Dr. Agostinho Marques | Prof. Dr. Agostinho Marques | Pneumologia H.S.João (Porto) |
| 02/11/2011 | CONV | " Imagiologia - alterações detectadas incidentalmente, o que fazer? " | Dr. João Ressureição | |
| 02/11/2011 | Qualidade | "Avaliação da qualidade do seguimento e controlo metabólico de doentes diabéticos" | Carla Simões | MGF |
| 02/11/2011 | Rev. | "Síndrome Doloroso Regional Complexo " | Maria Alexandra Palma | Int. MGF |
| 12/10/2011 | CONV | Início de Insulinoterapia - Melhorar o controlo da diabetes | Dr. Marcin Kozarzewski | |
| 12/10/2011 | Prática | Workshop Aspectos Práticos da Insulinoterapia | Eurico Silva | Int. MGF |
| 06/07/2011 | CONV | A primeira consulta do recém-nascido. O que deve preocupar | Dr.ª Filipa Rodrigues | Int. Pediatria HIP |
| 06/07/2011 | Caso | "Caso Clínico de Doença de Von Hippel-Lindau" | Maria Alexandra Palma | Int. MGF |
| 01/06/2011 | CONV | "Raquialgias - Tratamento e Referenciação" (irá ser reagendado) | Dr. André Rodrigues Pinho | Ortopedia, Hosp. S.João /FMUP (Porto) |
| 01/06/2011 | Rev. | "As Parassónias na Idade Pediátrica" | Carla Simões | Int. MGF |
| 01/06/2011 | Caso | "Porque é que os valores de TA estão tão baixos?" | Inês Silva; Carla Bastos; Yolanda Oliveira | Int. MGF |
| 04/05/2011 | CONV | Anemias | Dra. Eliana Aguiar | Hematologia do H. S. João (Porto) |
| 04/05/2011 | Rev. | Obesidade Infantil | Eurico Silva e Rogério | Int. MGF |
| 04/05/2011 | INVEST | Asma Induzida pelo Exercício Físico - Seu conhecimento pelos professores de Educação Física | Joana Sequeira | Int. MGF |
| 06/04/2011 | CONV | Referenciação em Cuidados de Saúde Primários para a Psiquiatria | Dr.ª Cristina Gama Pereira | Psiquiatria HIP |
| 06/04/2011 | Qualidade | Avaliação da Qualidade no Rastreio do Cancro do Colo do Útero | S Gradim | Int. MGF |
| 06/04/2011 | Rev. | Doença de Charcot-Marie-Tooth | Diogo Pereira | Int. MGF |
Este Blog pretende ser um espaço de divulgação da dinamização das reuniões do Núcleo de Formação de Aveiro, através da partilha de conteúdos importantes de interesse comum, como resumos e trabalhos apresentados durante essas mesmas reuniões.
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sábado, 31 de dezembro de 2011
Trabalhos apresentado - 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
DOENTES DE RISCO PARA DESENVOLVER DIABETES
Autores: Joana Bordalo, Julieta Pousa
Instituição/Serviço: USF Flor de Sal – ACES Baixo Vouga II
Apresentação em formato de Poster
Introdução:
A diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença crónica que se prevê que atinja mais de 20% da população, em 2050. O envelhecimento da população, as alterações dos hábitos alimentares e o sedentarismo contribuem para a sua expansão, sendo pertinente a adoção de medidas de prevenção primária e secundária, identificando o quanto antes todos os fatores de risco. Os objectivos deste estudo, transfersal e analítico, foi identificar, estratificar e caracterizar utentes com risco acrescido de desenvolver diabetes e determinar a sua HbA1c. Amostra de conveniência: utentes que recorreram à consulta de saúde de adultos durante uma semana, excluíndo grávidas e diabéticos. Aplicou-se o questionário de risco Finrisk (risco de diabetes a 10 anos) e estratificou-se segundo a pontuação do risco (baixo <7, sensivelmente elevado 7-11, moderado 12-14, alto 15-20, muito alto >20). Determinou-se a HbA1c nos utentes de risco alto e muito alto. Tratamento de dados em EXCEL®. Colaboraram 105 utentes.
O risco acrescido de desenvolver diabetes relacionou-se com a obesidade, o perímetro abdominal aumentado, o sedentarismo e a hipertensão arterial. O questionário Finrisk mostrou-se útil na identificação da população em risco. O reconhecimento dos utentes de alto risco, deve ser uma preocupação de todos os profissionais de saúde, de modo a atuarem preventivamente, no sentido de diminuir o aparecimento e evolução desta doença.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Sessão clínica Psiquiatria + Jantar de Natal
Com o pretexto de uma sessão clínica de Psiquiatria, a realizar no dia 13 de Dezembro pelas 20.00h, pretende-se fazer um jantar de Natal em que todos os elementos do Núcleo de Aveiro possam estar presentes num espaço e ambiente diferente e assim se poder desfrutar do espirito natalício. A conquista de objectivos comuns e pessoais depende de um espirito de união, de amizade e partilha e esta época é o mote perfeito para tal.
O CDC conta com a participação de todos!
O CDC conta com a participação de todos!
sábado, 5 de novembro de 2011
Sugestão de temas
Eis os temas sugeridos na última reunião para virem a serem explorados em oportunidades futuras:
Quem tiver mais sugestões pode enviar um mail para o CDC
- · Referenciação
- · Indicações para referenciar para fisioterapia
- · Contracetivos orais – Ponto da situação
- · Dúvidas no ECG – Que exames pedir? Como orientar?
- · Investigação
- · Qualidade
- · SPSS
- · Curso de Reumatologia – Diagnósticos e critérios de referenciação
- · Otoscopia – Curso de ORL
- · Bronquiolites de repetição
- · Pedopsiquiatria e Hiperatividade/défice de atenção na criança
- · Patologia da mama
- · Atitudes preventivas no 1ºano de vida
- · Abordagem clínica e terapêutica das cefaleias
- · “Exame de saúde para o utente assintomático” – O que fazer? Exames a pedir? Adaptar Caso a caso.
- · Medicinas alternativas – Qual o seu papel no contexto da medicina atual?
- · Dor miofascial
- · Iatrogenia médica, erro médico, aspetos controversos na prática médica
- · Urologia
- · Sexualidade
- · Dermatologia
- · Ventilação mecânica não invasiva
Quem tiver mais sugestões pode enviar um mail para o CDC
domingo, 30 de outubro de 2011
Síndrome Doloroso Regional Complexo
Maria Alexandra Palma, 3º ano do Internato MGF, na UCSP V, ACES Baixo Vouga 2 (antiga Extensão de Saúde da Borralha, Centro de Saúde de Águeda)
Introdução e objectivo: O síndrome doloroso regional complexo (SDRC) atinge preferencialmente as extremidades; caracteriza-se por dor neuropática, espontânea ou evocada, contínua e regional; acompanha-se de disfunção autonómica, alterações da sensibilidade, motoras e tróficas. O objectivo desta apresentação é a revisão deste síndrome, realçando as principais diferenças na infância.
Metodologia: Consulta dos critérios de diagnóstico de SDRC definidos pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) e pesquisa nas bases e dados UpToDate e Medline através das palavras-chave “complex regional pain syndrome”.
Resultados: Em 1994 a IASP definiu os primeiros critérios de diagnóstico de SDRC que foram revistos e publicados posteriormente em 2007. A sua etiologia inclui traumatismo, intervenção cirúrgica, acidente vascular cerebral (AVC), enfarte agudo do miocárdio (EAM) entre outros eventos, mas em 25 a 35% dos casos não se consegue definir uma causa. Divide-se em doistipos, 1 e 2, consoante a ausência ou presença de lesão nervosa definida, dos quais o primeiro representa 90% dos casos. Além da dor, caracteriza-se pela presença de sintomas e sinais sensitivos, motores, de disfunção autonómica (vasomotores e alterações da sudorese) e tróficos. No adulto evolui habitualmente por três estádios nos quais se mantém a dor: agudo (membro quente, seco e edemaciado), distrófico (membro frio, cianosado e húmido) e atrófico (atrofia cutânea e muscular com contracturas). Alguns estudos evidenciaram a sua prevenção após AVC através da mobilização precoce e após fractura do punho com a administração de vitamina C . Relativamente ao tratamento, o principal objectivo é o alívio da dor para permitir o início precoce de regime de reabilitação com fisioterapia e terapia ocupacional, evitando a atrofia e imobilização do membro afectado. As principais características deste síndrome na infância são: menor relação com história de evento nocivo, papel proeminente de factores psicológicos, atingimento preferencial da perna, ausência dos três estádios descritos no adulto, extremidade envolvida habitualmente fria, sintomas neurológicos menos pronunciados e melhor
resposta ao tratamento de reabilitação.
Discussão: O diagnóstico de SDRC é essencialmente clínico; o tratamento deve ser iniciado o mais precocemente possível para prevenir a atrofia eimpotência funcional do membro afectado.
Introdução e objectivo: O síndrome doloroso regional complexo (SDRC) atinge preferencialmente as extremidades; caracteriza-se por dor neuropática, espontânea ou evocada, contínua e regional; acompanha-se de disfunção autonómica, alterações da sensibilidade, motoras e tróficas. O objectivo desta apresentação é a revisão deste síndrome, realçando as principais diferenças na infância.
Metodologia: Consulta dos critérios de diagnóstico de SDRC definidos pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) e pesquisa nas bases e dados UpToDate e Medline através das palavras-chave “complex regional pain syndrome”.
Resultados: Em 1994 a IASP definiu os primeiros critérios de diagnóstico de SDRC que foram revistos e publicados posteriormente em 2007. A sua etiologia inclui traumatismo, intervenção cirúrgica, acidente vascular cerebral (AVC), enfarte agudo do miocárdio (EAM) entre outros eventos, mas em 25 a 35% dos casos não se consegue definir uma causa. Divide-se em doistipos, 1 e 2, consoante a ausência ou presença de lesão nervosa definida, dos quais o primeiro representa 90% dos casos. Além da dor, caracteriza-se pela presença de sintomas e sinais sensitivos, motores, de disfunção autonómica (vasomotores e alterações da sudorese) e tróficos. No adulto evolui habitualmente por três estádios nos quais se mantém a dor: agudo (membro quente, seco e edemaciado), distrófico (membro frio, cianosado e húmido) e atrófico (atrofia cutânea e muscular com contracturas). Alguns estudos evidenciaram a sua prevenção após AVC através da mobilização precoce e após fractura do punho com a administração de vitamina C . Relativamente ao tratamento, o principal objectivo é o alívio da dor para permitir o início precoce de regime de reabilitação com fisioterapia e terapia ocupacional, evitando a atrofia e imobilização do membro afectado. As principais características deste síndrome na infância são: menor relação com história de evento nocivo, papel proeminente de factores psicológicos, atingimento preferencial da perna, ausência dos três estádios descritos no adulto, extremidade envolvida habitualmente fria, sintomas neurológicos menos pronunciados e melhor
resposta ao tratamento de reabilitação.
Discussão: O diagnóstico de SDRC é essencialmente clínico; o tratamento deve ser iniciado o mais precocemente possível para prevenir a atrofia eimpotência funcional do membro afectado.
domingo, 9 de outubro de 2011
Workshop Aspectos Práticos da Insulinoterapia
Eurico Silva (2ºano)
O melhor conhecimento dos aspectos práticos da utilização da insulina favorece a eliminação dos habituais receios da insulinização, levando a um aumento desta prática. O tratamento com insulina implica ensino e reavaliação constantes da técnica de administração. A enfermagem é habitualmente responsável por esta tarefa. O MF deve estar a par de todas as dimensões implicadas no tratamento com insulina para poder dar a melhor resposta ao doente e mas também aos outros profissionais de saúde.
- Apresentar os materiais e demonstrar a técnica de administração de insulina e de glucagom.
- Treinar a preparação da insulina e sua administração. (todos os médicos poderão manusear os materiais e fazer administrações)
- Treinar a preparação da insulina e sua administração. (todos os médicos poderão manusear os materiais e fazer administrações)
O melhor conhecimento dos aspectos práticos da utilização da insulina favorece a eliminação dos habituais receios da insulinização, levando a um aumento desta prática. O tratamento com insulina implica ensino e reavaliação constantes da técnica de administração. A enfermagem é habitualmente responsável por esta tarefa. O MF deve estar a par de todas as dimensões implicadas no tratamento com insulina para poder dar a melhor resposta ao doente e mas também aos outros profissionais de saúde.
Avaliação da qualidade do seguimento e controlo metabólico de doentes diabéticos
Carla Isabel Silva Simões
3º Ano, UCSP Vagos 1
carlaisass@hotmail.com
Introdução
A Diabetes é uma das principais causas de morbi-mortalidade nos países
desenvolvidos. Em Portugal existem cerca de 500 mil diabéticos que consomem mais
de 10% dos recursos globais de saúde.
No Centro de Saúde de Vagos, a consulta organizada de Diabetes foi implementada no
final de 2006.
Numa perspectiva de auto-avaliação e de tentativa de melhoria dos cuidados
prestados foi feita uma avaliação do perfil metabólico dos diabéticos do ficheiro antes
do início da consulta organizada e após 2 e 4 anos da implementação da consulta.
Objectivo:
Avaliar a qualidade do controlo metabólico dos utentes diabéticos seguidos na
consulta de diabetes na UCSP Vagos 1
Metodologia:
Estudo retrospectivo
Dimensão estudada: efectividade da assistência prestada aos diabéticos seguidos na
consulta de diabetes
Unidade de estudo: Utentes diabéticos seguidos na consulta de diabetes da Dra. Joana
Dias
Fonte de Dados: Processo clínico em suporte de papel, Sistema de apoio ao médico
(SAM) e Sistema de Informação para Unidades de Saúde (SINUS)
Amostra: selectiva (de conveniência) de todos os diabéticos inscritos no ficheiro da
Dra. Joana em Dezembro de 2006, Dezembro de 2008 e Dezembro de 2010.
Critérios de qualidade: explícitos e normativos, adaptados das recomendações do
Grupo de estudo para a Diabetes da APMCG e Guidelines da ADA 2011.
Tipo de intervenção prevista: educacional
Resultados:
Em 2006, a percentagem de Diabéticos com glicemia em jejum menor que 100mg/dl era
de 4%, em 2008 de 7% e em 2010 de 11,2%. A percentagem de diabéticos com HbA1C<7% era
de 44% em 2006, 45% em 2008 e 77,60% em 2010. Em 2006, 50% dos diabéticos
apresentavam tensão arterial < 130/80 mmHg , em 2008 eram 43% e em 2010 cumpriam o
objectivo 44%. Em 2006 e 2008, 59% dos diabéticos seguidos apresentavam valores de
colesterol controlados, tendo esse valor subido para 66,4% em 2010. A percentagem de
diabéticos com colesterol LDL <100 passou de 6% em 2006 para 32,8% em 2010, tendo-se
observado também um aumento dos diabéticos com valores de triglicerideos <150 mg (51%
em 2006 e 61,6% em 2010). Em 2006 os diabéticos com IMC <25 eram 17% e em 2010 eram
14,4%.
Conclusões
Registou-se uma melhoria progressiva do controlo da glicemia em jejum e da HbA1C, tendo a
mesma tendência sido observada a nível do controlo do perfil lipídico. Esta tendência de
melhoria do controlo metabólico não foi observada no IMC e nos valores tensionais, sendo
estas áreas importantes a ter em conta na hora de programar intervenções educacionais
3º Ano, UCSP Vagos 1
carlaisass@hotmail.com
Introdução
A Diabetes é uma das principais causas de morbi-mortalidade nos países
desenvolvidos. Em Portugal existem cerca de 500 mil diabéticos que consomem mais
de 10% dos recursos globais de saúde.
No Centro de Saúde de Vagos, a consulta organizada de Diabetes foi implementada no
final de 2006.
Numa perspectiva de auto-avaliação e de tentativa de melhoria dos cuidados
prestados foi feita uma avaliação do perfil metabólico dos diabéticos do ficheiro antes
do início da consulta organizada e após 2 e 4 anos da implementação da consulta.
Objectivo:
Avaliar a qualidade do controlo metabólico dos utentes diabéticos seguidos na
consulta de diabetes na UCSP Vagos 1
Metodologia:
Estudo retrospectivo
Dimensão estudada: efectividade da assistência prestada aos diabéticos seguidos na
consulta de diabetes
Unidade de estudo: Utentes diabéticos seguidos na consulta de diabetes da Dra. Joana
Dias
Fonte de Dados: Processo clínico em suporte de papel, Sistema de apoio ao médico
(SAM) e Sistema de Informação para Unidades de Saúde (SINUS)
Amostra: selectiva (de conveniência) de todos os diabéticos inscritos no ficheiro da
Dra. Joana em Dezembro de 2006, Dezembro de 2008 e Dezembro de 2010.
Critérios de qualidade: explícitos e normativos, adaptados das recomendações do
Grupo de estudo para a Diabetes da APMCG e Guidelines da ADA 2011.
Tipo de intervenção prevista: educacional
Resultados:
Em 2006, a percentagem de Diabéticos com glicemia em jejum menor que 100mg/dl era
de 4%, em 2008 de 7% e em 2010 de 11,2%. A percentagem de diabéticos com HbA1C<7% era
de 44% em 2006, 45% em 2008 e 77,60% em 2010. Em 2006, 50% dos diabéticos
apresentavam tensão arterial < 130/80 mmHg , em 2008 eram 43% e em 2010 cumpriam o
objectivo 44%. Em 2006 e 2008, 59% dos diabéticos seguidos apresentavam valores de
colesterol controlados, tendo esse valor subido para 66,4% em 2010. A percentagem de
diabéticos com colesterol LDL <100 passou de 6% em 2006 para 32,8% em 2010, tendo-se
observado também um aumento dos diabéticos com valores de triglicerideos <150 mg (51%
em 2006 e 61,6% em 2010). Em 2006 os diabéticos com IMC <25 eram 17% e em 2010 eram
14,4%.
Conclusões
Registou-se uma melhoria progressiva do controlo da glicemia em jejum e da HbA1C, tendo a
mesma tendência sido observada a nível do controlo do perfil lipídico. Esta tendência de
melhoria do controlo metabólico não foi observada no IMC e nos valores tensionais, sendo
estas áreas importantes a ter em conta na hora de programar intervenções educacionais
domingo, 25 de setembro de 2011
Insulinoterapia
Na próxima reunião que irá ocorrer dia 12 de Outubro (dia 5 será feriado e como tal não haverá reunião) será feita uma secção clínica sobre insulinas com o Dr. Marcin Kozarzewski e o tema da reunião será "Início de Insulinoterapia - Melhorar o controlo da diabetes". Seria oportuno que nesse dia fossem apresentados pelos internos casos clínicos que tivessem como panos de fundo a insulinoterapia. Tá lançado o repto e ficamos a aguardar os vossos resumos, que podem ser enviados para o sitio do costume cdc.mgf@gmail.com.
sábado, 4 de junho de 2011
Caso Clínico de Doença de Von Hippel-Lindau
Maria Alexandra Palma, 3º ano do Internato MGF, na UCSP V, ACES Baixo Vouga 2 (antiga Extensão de Saúde da Borralha, Centro de Saúde de Águeda)
A doença de Von Hippel-Lindau (VHL) é hereditária e tem transmissão
autossómica dominante. Atinge 1/36.000 recém-nascidos e manifesta-se pelo
aparecimento de diferentes tumores benignos e malignos, nomeadamente:
Hemangioma do SNC
Angioma da retina
Quisto e carcinoma de células claras renais
Feocromocitoma
Quisto, cistadenoma seroso e tumor neuroendócrino pancreáticos
Cistadenoma papilar do saco endolinfático do ouvido médio
Cistadenoma papilar do epidídimo e ligamento largo
A propósito desta doença, apresenta-se o caso clínico de doente do sexo
feminino, de 52 anos de idade, com diagnóstico de doença de Von Hippel-
Lindau) associada a angioma bilateral da retina, hemangiomas cerebelar
e da medula espinhal, antecedentes de adrenalectomia bilateral por
feocromocitoma e confirmada por teste genético que identificou mutação
patogénica no exão 3 do gene VHL. Em Janeiro deste ano a doente apresentou
quadro clínico de icterícia obstrutiva relacionado com a presença de tumor
da cabeça do pâncreas, sem metástases. Em 8/02/11 foi submetida a
duodenopancreatectomia cefálica com preservação pilórica no Serviço de
Cirurgia do Hospital de S. Sebastião; a ressecção tumoral não foi completa
por invasão da artéria mesentérica superior. O exame histológico revelou tumor
neuroendócrino moderadamente diferenciado (estadio III). Posteriormente foi
orientada para consulta de Oncologia Médica do mesmo Hospital e realizou
estudo complementar de tumor neuroendócrino, tendo-se em concluído ser
não funcionante.
O estudo familiar revela irmã gémea monozigótica com doença de Von Hippel-
Lindau, que provavelmente terá sido transmitida pela mãe que ficou invisual e
faleceu aos 48 anos de idade por carcinoma uterino. A doente tem 3 filhos, dos
quais apenas o mais velho tem o resultado da pesquisa de mutação familiar do
gene VHL que é negativa e 1 sobrinho que obteve também resultado negativo.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Envio de e-mails para cdc.mgf@gmail.com
Aquando do envio de e-mails para cdc.mgf@gmail.com preencher o campo ASSUNTO com seguintes termos indicados a baixo a BOLD de forma a facilitar a leitura dos e-mail pelos diferentes membros da comissão.
Formação e Informação Responsáveis: Inês silva e Joana Sequeira; Para qualquer assunto relacionado com o livro que está a ser escrito que irá servir de apoio aos novos internos e que aborda temas relacionados com MGF1
Blog Responsável: Diogo Pereira; Para qualquer assunto relacionado com a publicação de artigos, ou kk assunto que seja pertinente ser partilhado no blog assim como os resumos e trabalhos apresentados no núcleo
Dinamização de Cursos Responsável: Joana Bordalo; Se tiverem interessados em participar nos cursos que possam ser organizados ou sugestões de melhoria ou mm proposta de cursos que gostassem que fossem planeados..
Reuniões Responsável: Zé Pedro; Para qualquer assunto relacionado com as Reuniões do Núcleo ou do CDC.MGF, nomeadamente as apresentações feitas pelas outras especialidades
Formação e Informação Responsáveis: Inês silva e Joana Sequeira; Para qualquer assunto relacionado com o livro que está a ser escrito que irá servir de apoio aos novos internos e que aborda temas relacionados com MGF1
Blog Responsável: Diogo Pereira; Para qualquer assunto relacionado com a publicação de artigos, ou kk assunto que seja pertinente ser partilhado no blog assim como os resumos e trabalhos apresentados no núcleo
Dinamização de Cursos Responsável: Joana Bordalo; Se tiverem interessados em participar nos cursos que possam ser organizados ou sugestões de melhoria ou mm proposta de cursos que gostassem que fossem planeados..
Reuniões Responsável: Zé Pedro; Para qualquer assunto relacionado com as Reuniões do Núcleo ou do CDC.MGF, nomeadamente as apresentações feitas pelas outras especialidades
domingo, 22 de maio de 2011
CURSO BÁSICO TEÓRICO-PRÁTICO DE PSIQUIATRIA
Objectivos: Formação básica em aspectos frequentes da prática clínica
Número de formandos: 15-20 internos (MGF)
Metodologia: Expositivo, resolução de casos clínicos e avaliação de conhecimentos
Nº de Horas: 6,5-7 horas
Logistica: Anfiteatro; Projector; etc..
Programa Provisório:
O Curso irá decorrer no mês de Setembro, num dia ainda a definir. Gostavamos de saber do teu interesse em participar... Se estiveres interessado manda um mail para cdc.mgf@gmail.com
Número de formandos: 15-20 internos (MGF)
Metodologia: Expositivo, resolução de casos clínicos e avaliação de conhecimentos
Nº de Horas: 6,5-7 horas
Logistica: Anfiteatro; Projector; etc..
Programa Provisório:
Horas | Tema | Objectivos |
9:00 – 9:10 | Sessão de Abertura | Apresentação da organização e o propósito |
1º Painel – “Psiquiatria e a Medicina Geral e Familiar” | ||
9:15 – 9:45 | História clínica e exame mental sumário | O que compõe? Perguntas-chave? Como empatizar com o dte? CRIS |
9:45 – 10:05 | A importância da abordagem social e familiar – “A Família e a Sociedade na Psicopatologia” | Genograma, familias dificeis, doentes dificeis TIAGO |
10:05 – 10:30 | Intervalo – Para acordar melhor | |
2º Painel – “Patologias major em Saúde Mental” | ||
10:30 – 11:00 | Perturbação de Humor – “Depressão, Perturbação bipolar, Luto ” | Pistas clínicas. Diagnóstico e Tratamento. NUNO |
11:00 – 11:30 | Perturbação da Ansiedade – “Vivo em stress…Pert de Pânico, Fobias” | Pistas clínicas. Diagnóstico e Tratamento. JOÃO |
11:30 – 11:50 | Sintomatologia Psicótica?/Perturb delirante? - “Alucinações?, ideação suícida?…” | Identificação de uma psicose (O que fazer?) e a referenciação ao Surg NUNO |
12:00 – 12:30 | Discussão do 2º Painel | Dúvidas? Experiências? |
12:30 – 14:00 | Almoço | |
3º Painel – “Situações clínicas específicas” | ||
14:00 – 14:30 | Perturbação do Sono – “Hipersónia, tipos de insónia e pesadelos” | Pistas clínicas. Diagnóstico e Tratamento. CRIS |
14:30 – 15:00 | Gerontopsiquiatria - “A fronteira entre o Fisiológico e o Patológico” | Patologia psiq mais frequente no idoso. Utente polimedicado JOÃO |
15:00 – 15:30 | Perturbação do Comportamento Alimentar – “Anorexia e Bulimia” | Pistas clínicas. Diagnóstico e Tratamento. TIAGO |
15:30 – 16:00 | Discussão do 3º Painel | Dúvidas? Experiências? |
16:00 – 16:30 | Intervalo – Para esticar as pernas | |
4º Painel – “Doentes dificeis” | ||
16:30 – 17:00 | Distúrbios de personalidade (?) – “Como comunicar com estes doentes? ” | ? CRIS |
17:00 – 17:20 | Hábitos de consumo de substâncias – “Estilo de vida actual: Factor de risco?” | BZD, tabaco, alcool, cerebrum? (estudantes) TIAGO |
17:20 – 17:30 | Discussão do 4º Painel | Dúvidas? Experiências? |
17:30 – 18:00 | Avaliação de conhecimentos | |
18:00 – 18:15 | Encerramento do Curso | |
Entidade formadora: Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do HIP
Responsabilidade do curso: Comissão Dinamizadora de Conteúdos em MGF – CDC.MGF (Joana Bordalo) e do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do HIP (Cristina Gama Pereira)
O Curso irá decorrer no mês de Setembro, num dia ainda a definir. Gostavamos de saber do teu interesse em participar... Se estiveres interessado manda um mail para cdc.mgf@gmail.com
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