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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Patologia Ortopédica Infantil – Aspetos Práticos

Diogo Pereira1, Eliana Bonifácio2, Vasco Costa3
1USF Atlântico Norte; 2USF Santa Joana; 3UCSP Anadia III

Tipo: Comunicação Oral
Área: Revisão de Tema

Introdução: As queixas músculo-esqueléticas são muito frequentes na prática clínica do Médico de Família, tendo na idade pediátrica, também um peso importante. O Médico de Família é confrontado com patologia ortopédica, tanto no atendimento de crianças em situação aguda como na vigilância da saúde das crianças. Por outro lado, sentimos que, na prática, é dada pouca relevância à formação nesta área.
Objetivo: Rever aspetos práticos da patologia ortopédica infantil
Metodologia: Foi realizada uma revisão clássica, através da pesquisa bibliográfica na Medline/Pubmed, UpToDate, guidelines de sociedades científicas e livros de texto.
Discussão: Na patologia ortopédica infantil é necessário estabelecer um diagnóstico correto, na altura certa e referenciá-lo quando recomendado. A qualidade de todo este processo traz óbvias vantagens para o doente, pois permite o tratamento atempado de situações, que, nalguns casos, quando não tratadas, podem deixar sequelas importantes para a vida futura da criança. Do mesmo modo, permite uma utilização racional dos recursos humanos existentes e facilita a acessibilidade dos doentes que necessitam de observação especializada.

7 questões sobre o tema “Dor”

Dra. Anabela Barcelos, do Serviço de Reumatologia do CHBV


1 - Glucosamina no controlo da dor na osteoartrose?
2 - Tratamentos alternativos no controlo da dor (mesoterapia, acunpuntura, termas) - quais as alternativas na nossa realidade (acessibilidade hospitalar/exterior, etc…)?
3 - Lombalgia - qual a abordagem em CSP?
4 - Fibromialgia - que abordagem em CSP?
5 - AINEs vs “COXibes” – qual optar, quando e porquê?
6 – “Desmame” terapêutico em AINEs, COXibes e derivados Opioides! Em quais é necessário e como fazer?